de réis?
de pescador?
de escritor?
só um conto…
Criminosos ou Vitimas?
Na sociedade brasileira contemporânea, o surto de crimes cometidos por menores de dezoito anos vem colocando em xeque o Código Penal e a Constituição Federal. Em vista disso, cada vez mais a redução da maioridade penal é alvo de discussões. No entanto, essa polêmica redução seria viável e eficaz contra os crimes praticados por menores?
A velha psicologia de botequim, ou seja, o senso comum, em sua grande maioria, prega que essa aclamada redução pacificaria o país, isto é, a marginalidade reduziria, e a carreira do crime acabaria já na adolescência. Alguns cidadãos afirmam que, se o jovem já pode votar, então ele também está apto a responder pelos seus atos, tendo em vista a capacidade de discernimento que esse supostamente já possui. Ainda preveem: o menor infrator se reabilitaria com a reclusão e seria reinserido na sociedade após o cumprimento da pena.
Muitas inverdades.
Sabe-se que existem muitas peculiaridades da fase bio-psicológica de um adolescente. É nessa etapa que as transformações - tanto hormonais quanto psicológicas - estáo ocorrendo, e, embora já tenha capacidade de discernir entre o certo e o errado, o lícito e o proibido, o jovem não sabe muitas vezes agir de modo condizente com tal entendimento. Com a reclusão, o menor, com sua personalidade ainda não totalmente formada, seria deformado pelos procedimentos inconsistentes e ausentes de propostas recuperativas, que não raras vezes, revolta e aguça a tendência para o crime, aumentando, assim, a marginalidade no nosso país.
A repressão, a segregação e a violência com o jovem infrator estão longe de ser instrumentos eficientes de combate ao crime; seriam medidas imediatistas e aparentemente eficazes para fantasiar a realidade e esconder os verdadeiros problemas. Além disso, não se pode esquecer que o sistema penitenciário brasileiro não tem conseguido reeducar; e é nisso que se precisa pensar quando um ser humano, passível de falhas, comete alguma ilicitude.
” Todos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros.”
George Orwell
Da importancia da leitura
Já dizia Carlos Drummond de Andrade que a leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede. E, infelizmente, essa é a mais pura verdade. A tecnologia do mundo moderno fez com que as pessoas deixassem a literatura de lado; preferissem assistir tv a ler um livro; jogar uma partida de futebol ao invés de apreciar uma boa leitura. De forma alguma estou dizendo que praticar esportes ou assistir a um programa de televisão sejam “crimes”, acredito sim que devam estar presentes em nossas vidas. No entanto, o desinteresse , cada vez mais crescente, da população pelos livros mostra claramente a inversão de valores, ideais e cultura. Como afirma o escritor francês Daniel Pennac: o verbo ler não suporta o imperativo. Ou seja, o hábito pela leitura deve vir de cada um e não ser forçado ou imposto. Mário Vargas Llosa, último vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, disse: “Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por idéias.” Uma população que almeja viver em um grande país, rico e desenvolvido, deve começar já a ter hábitos tão simples como o de ler. Leia mais.
Entre o ser e o parecer
Não sabia sobre o que escrever. Então, decidi relatar e analisar o que está me encomodando há tempos: o enorme número de pessoas que definiu o governo Lula como ótimo ou bom.
Simplesmente, deplorável!
Como é possível- ou estaria eu louco? - um governo ter 81,7% de aprovação, sendo que esse fora um dos mais corruptos de toda a história política do Brasil? Um presidente que ficou 8 anos à frente do país, mas mesmo assim não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma. A educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca. Um dos presidentes que mais teve amigos e aliados políticos fazendo farra com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquema. O governo que está criando, dia após dia, parasitas e vagabundos, sugando com todos os tipos de bolsas possíveis os cofres públicos, consegue ter mais de 80% de aprovação pública?
Bom, no fim da primeira Guerra Mundial, surge do meio do povo um líder, vindo da guerra e de um partido com objetivo de ter um governo forte e autoritário. Benito Mussolini, criador do facismo- uma doutrina totalitária- tinha mais de 77% de aprovação entre a população italiana. Na mesma época, enquanto governava a Alemanha, Hitler alcançou uma popularidade de 92% entre os alemães; um ditador racista e anti-semita.
O autoritarismo de Lula é claro: quando é questionado pelo STE em relação às campanhas antes do tempo para a sua marionete, ele afirma que não concorda em obedecer aos juízes. Agora compreendo o por quê da bizarra aprovação do povo. Agora compreendo porque o governo dos escândalos e da robalheira é tão bem recebido por essa sociedade vendida que não entende o verdadeiro poder do voto.
Prefacio
Bom, primeiramente gostaría de deixar claro que este é um espaço eclético - não, não gosto desse termo; para mim, representa alguém sem opinião sobre o que são as coisas boas e o que são as ruins. Então, vou começar denovo: aqui será um lugar para eu fazer o que gosto e principalmente escrever sobre o que estiver disposto. Não sou nenhum grande gênio das palavras; sou apenas mais um que encontra nelas uma forma de expressar-se.

